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1. PALAVRAS CRUZADAS

http://www.anossaescola.com/idanha/ficheiros/recursos/energia%20palavras%20cruzadas.htm


2. JOGOS

2.1. HISTÓRIA DA ENERGIA - Os Avós voltam à ESCOLA

Introdução

Pretende-se que os avós transmitam às crianças as experiências vividas em tempos que já lá vão. Em particular, sobre as fontes de energia disponíveis na altura e de que forma estas eram aproveitadas (no aquecimento ambiente; na confecção dos alimentos; nos modos de transporte; etc.). Pretende-se estabelecer uma comparação directa entre os tempos antigos e os tempos modernos, permitindo aos alunos enumerar algumas medidas que visam contribuir para economizar energia.

Utilizar a ferramenta

Com esta actividade pretende-se recuperar uma velha tradição, ou seja, os momentos que as crianças passavam com os mais velhos ouvindo as lendas e histórias que estes tinham para contar. É a ferramenta ideal para estimular o interesse dos alunos pelo tema das energias renováveis; da utilização racional de energia e da eficiência energética. Esta ferramenta agrada não só a avós e netos, mas também aos pais das crianças, que vêm aqui uma possibilidade de fortalecer os laços familiares.

Conceito e Objectivo

Dar a conhecer aos alunos a realidade vivida pelos seus avós, no que se refere ao consumo de energia. Através de uma comparação entre os tempos antigos e os tempos modernos, pretende-se que os alunos identifiquem algumas medidas que visam contribuir para uma redução do consumo de energia.

Material necessário

Mini-gravador (opcional); papel e caneta

Procedimento

Com a ajuda do professor, os alunos devem elaborar algumas questões que serão colocadas aos avós. Através de uma breve entrevista, os alunos tem oportunidade de conhecer os hábitos de consumo dos seus avós. Os alunos envolvidos nesta actividade deverão tomar nota das histórias relatadas pelos avós e apresentá-las aos restantes alunos da escola.

Conclusões

Os alunos aprendem, com a ajuda dos avós, sobre a história da energia. Recuperando uma velha tradição, é possível reforçar os laços familiares entre avós e netos e, em simultâneo, recolher informação de grande utilidade de uma forma simples e divertida.

Breve descrição da ferramenta

Através das histórias contadas pelos avós, os alunos descobrem quais os fontes de energia utilizadas no passado e de que forma estas foram aproveitadas para suprimir as suas necessidades energéticas. É a oportunidade dos mais velhos transmitirem a sua experiência às gerações mais jovens, dando a conhecer os seus hábitos diários, no que respeita ao consumo de energia.

Principais aspectos a ter em conta pelo professor/animador desta actividade

O professor terá a seu cargo a tarefa de apresentar o tema da energia aos alunos, referindo e comparando as fontes de energia utilizadas no tempo em que os seus avós eram crianças e os tempos actuais. Através desta apresentação o professor tentará despertar o interesse dos alunos sobre o tema, motivando-os a questionar os mais velhos, numa tentativa de descobrir mais sobre a história da energia.

Avaliação da ferramenta

(nível de satisfação de * a * * * * *)

2.2. A ENERGIA EM IMAGENS

Introdução
Atendendo a que muitas vezes uma imagem vale mais do que mil palavras, está será uma forma interessante e eficaz de abordar o tema da energia. A ideia base é criar uma pequena história, alusiva ao tema, protagonizada por diferentes personagens criadas com a ajuda dos alunos e que será exibida (utilizando um projector multimédia ou de slides) para outras turmas da escola. Geralmente, as turmas do 1º e 2º anos, reagem positivamente a este tipo de actividade, uma vez que se trata de uma forma apelativa de passar a mensagem.
Em alternativa, a projecção de imagens alusivas à utilização de energias renováveis, à adopção de comportamentos que visam economizar energia, etc., são uma excelente alternativa para despertar nas crianças o interesse por estas questões.
Conceito e Objectivo
Com esta actividade pretende-se despertar o interesse dos alunos para as questões relacionadas com o consumo de energia. Apesar da sua importância, este é um tema que dificilmente cativa a atenção das crianças, em particular, das mais pequenas. O recurso a imagens apelativas é uma forma engenhosa de contornar esse problema.
No final da actividade, deverá ser criada uma pasta de arquivo que reunirá (por tema) todas as imagens recolhidas e que mais tarde poderá ser utilizada por outros professores e alunos.
Material necessário
Imagens interessantes (recolhidas nos jornais, nas revistas, na Internet, etc.) que cativem a atenção das crianças (relacionadas com fontes de energia renováveis; utilização racional de energia; transportes; etc.); impressora a cores e projector.Procedimento
O professor (ou animador da actividade) terá de criar um enquadramento adequado e transmitir as ideias chave no momento da projecção das imagens.
Conclusões
É a oportunidade ideal para promover uma aula diferente, que certamente será do agrado dos alunos e os ajudará a assimilar a informação transmitida.
Breve descrição da ferramenta
A primeira vez que esta ferramenta for utilizada será necessário despender algum tempo na sua preparação. No entanto, e uma vez ultrapassada essa etapa inicial, será uma ferramenta de grande utilidade para os professores/educadores quando pretenderem abordar temas como, por exemplo: as energias renováveis; a eficiência energética; a mobilidade; etc.
Principais aspectos a ter em conta pelo professor/animador desta actividade
O professor/animador deverá pensar bem o seu discurso, de modo a tirar o melhor partido das imagens seleccionadas. Preocupando-se em cativar a atenção dos alunos e mantendo-os atentos até ao final da actividade.
Avaliação da ferramenta
(nível de satisfação de * a * * * * *)
Nota
A utilização desta ferramenta permite aligeirar um tema sério e muitas vezes pouco atractivo para as crianças.


3. ATELIERS

3.1. CONSTRUÇÃO DE UM FORNO SOLAR

Breve Descrição
Um atelier completamente interactivo em que os alunos aprendem as vantagens dos fornos solares e são ensinados, através do método demonstrativo, a construir um Forno Solar, com materiais do dia-a-dia. Depois de compreendido o conceito, constroem o seu próprio forno e são convidados a utilizá-lo.Paralelamente é exposto e utilizado um forno solar comercial.
Público-Alvo: Atelier destinado a alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico.
Número de Participantes: Uma Turma
Duração: 50 minutos
Material de Apoio: Caixas de cartão, papel de alumínio, tesouras,etc
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4. VISITAS DE ESTUDO


4.1. DOS RESÍDUOS SE FAZ ENERGIA

Visita de Estudo a uma ETAR ( Exemplo: ETAR do Choupal, em Coimbra ) onde se encontra um sistema de produção e aproveitamento energéticos de Biogás.
Breve Descrição
Os alunos fazem uma visita ao longo da Estação de Tratamento de Águas Residuais, acompanhada de uma sessão teórica em que se explicam as vantagens das energias renováveis em geral e da utilização das energias geradas a partir de desperdícios, em particular. Posteriormente, os alunos visitam os sistemas de produção de biogás, os depósitos onde este é armazenado e o processo de conversão do biogás em energia eléctrica e calor, através do sistema de cogeração.
Público-Alvo: Alunos dos 2º e 3º Ciclos.
Duração: Uma manhã, ou uma tarde.

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5. PROJECTOS

5.1. DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS

Breve descrição
Esta acção, a realizar na escola, envolve a caracterização da estrutura envolvente do edifício (paredes, cobertura, janelas), da iluminação (número, tipo de lâmpadas e potência), da climatização e de outros sistemas consumidores de energia, nomeadamente computadores, equipamento de cozinha, esquentadores, etc. Devem ser recolhidos dados relativos ao número de alunos, professores e funcionários, horário de funcionamento e proceder ao registo mensal dos consumos energéticos. Devem ser identificadas situações de ineficiência energética e propostas medidas tendentes a reduzir os consumos energéticos. A informação recolhida referente aos consumos energéticos, poderá ser traduzida em classes de eficiência energética que, ao longo do ano, mostrem o desempenho da escola.
Público-Alvo: Alunos do 2º, 3º ciclo e secundário
Número de Participantes: Uma ou várias turmas de cada Ciclo de Ensino.
Duração: Ao longo do ano lectivo
Condições de Realização: Acesso aos contadores de Electricidade.
Material de Apoio: Ficha para recolha dos dados, materiais para a construção do POSTER final ( cartolinas, marcadores, magnetes, etc ).

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6. EXPRESSÃO DRAMÁTICA

6.1. O DR. CLIMA


Introdução
O Dr. Clima é uma personagem criada com o intuito de auxiliar o professor a abordar o tema das alterações climáticas de uma forma divertida e interactiva. Esta personagem poderá ser interpretada por um homem ou por uma mulher, que deverá apresentar-se vestido de médico (bata branca e estetoscópio). Em alternativa, o Dr. Clima poderá ser uma marioneta criada pelo professor e pelos alunos.
Conceito e Objectivo
No cenário criado a terra está doente e necessita de ser tratada. Quem poderá ajudar? E como? Os alunos claro! E o Dr. Clima irá demonstrar de que forma isso pode ser conseguido.
Material necessário
Um Globo terrestre (de cor vermelha) ou 1 lâmpada vermelha (ou 1 lâmpada convencional pintada de vermelho);
O Dr. Clima (personagem interpretada, por exemplo, por um professor) ou uma marioneta.
Procedimento
O Dr. Clima entra inesperadamente na sala de aula, em busca de um eventual doente entre os presentes. Utilizando o estetoscópio, observa alguns alunos e o professor.
Finalmente, o Dr. Clima descobre que o doente na sala é o planeta Terra (representado pela lâmpada vermelha). O prognóstico do médico indica que a temperatura do planeta está 1ºC acima do que deveria).
Esta será a deixa perfeita para lançar na sala uma discussão sobre o efeito de estufa; as alterações climáticas; etc.

De seguida apresentam-se alguns exemplos dos tópicos a abordar durante a discussão:
1. Que influência tem, sobre o planeta Terra, um aumento da temperatura de 1ºC? (comparar com aquilo que acontece quando a temperatura do nosso corpo passa dos 37 ºC para os 38ºC, impedindo-nos de ir à escola);
2. Quem consegue explicar o que está a acontecer ao planeta?
3. Que consequências podem dai resultar?
4. O que podemos nós fazer (na escola ou em casa) para ajudar a curar o planeta?

No final, o Dr.Clima pede a ajuda dos alunos para escrever a “receita” que ajudará a curar o planeta.
Em concreto, serão enumeradas várias sugestões/dicas dadas pelos alunos, e que deverão ser implementadas na escola (e em casa), para ajudar a curar o planeta (por ex. dicas para economizar energia).
Por fim, o Dr. Clima sugere aos alunos que mostrem a “receita” a todos os professores da escola; ao presidente do Conselho Executivo; aos pais; a comunidade local; etc.
Desta forma, conseguir-se-á que o maior n.º de pessoas saiba de que forma pode contribuir para ajudar o planeta.
Conclusões
O Dr. Clima poderá apresentar-se nos mais variados eventos (ex. Dia Nacional da Energia; Semana do Ambiente; etc.). Caso a escola esteja a desenvolver um projecto na área da ciência, o Dr. Clima poderá dar uma ajuda preciosa!
Breve descrição da ferramenta
Esta actividade utiliza uma personagem divertida e descontraída – Dr. Clima - para passar a mensagem às crianças que o planeta está doente. É uma abordagem eficaz ao problema das alterações climáticas, que possibilita aos alunos aprenderem um pouco mais sobre o tema, mas sem esquecer que tal pode ser conseguido de uma forma divertida.
Principais aspectos a ter em conta pelo professor/animador desta actividade
O professor/animador deverá lever a cabo uma pesquisa prévia sobre o tema das alterações climáticas, de modo a que possa sentir-se completamente à vontade na pele do Dr. Clima. Acima de tudo, exige-se criatividade!
Avaliação da ferramenta
(nível de satisfação de * a * * * * *)